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VIAGENS DE ANTONIO MIRANDA PELO BRASIL
 

 

VISITANDO RIBEIRÃO PRETO/SP, HOLAMBRA/SP, PORTO FERREIRA/SP
18 a 21/06/2003

 

O pessoal da Central Flores organizou uma excursão à exposição de Holambra/SP, aproveitando o feriado de Corpus Christi. A viagem em ônibus semi-leito, com hospedagem em Campinas/SP, incluindo visitas a viveiros e a produtores de insumos agrícolas em Mogi-Mirim, além do renomado CEASA campineiro. Cheguei a reservar local no ônibus, mas desisti. Passar 4 dias confinado é demais para mim, não tenho tanta paciência...
Decido fazer a viagem de carro, com o NILDO. Há tempos que eu não me lanço em aventura desse tipo, apesar de ter comprado a camionete Saveiro (VW) exatamente com tal propósito.
Saímos às 14 horas da 4ª. feira (18/06) na direção de Cristalina, onde fizemos uma visita a lojas de pedras semipreciosas que agora estão às margens da rodovia para atrair os transeuntes. Antigamente estava apenas na praça principal e adjacências, depois começaram a surgir na avenida de entrada da cidade, mas a opção pela rodovia é a mais estratégica.
Seguimos depois na direção de Catalão e de lá até à cidade mineira de Uberlândia, onde ficamos hospedados no Hotel Universo, que eu conhecia de outras viagens e que fica próximo da Catedral. Sé um excelente hotel e bem cêntrico.

Telefonei para uma amiga — a Leny — dos tempos em que morávamos em Caracas, no iníci0o dos anos 70, se ele veio ao nosso encontro no hotel e insistiu para que fôssemos para a casa dela. Aceitamos visitá-la para tomar um chá, para colocar em dia nossas notícias, mas voltamos para o hotel com a intenção de levantarmos cedo. Leny morou quase toda a vida dela nos Estados Unidos da América e na Venezuela mas decidiu voltar para o Brasil, onde ainda não está plenamente ambientada. Acaba de regressar de Tampa/USA onde vive uma filha dela e comprou um novo apartamento, no bairro de Santa Monica, daí a insistência pra que fôssemos para lá.
Levantamos tarde e só saímos depois das 9.30 horas, na direção de SÃO PAULO.
A estrada Uberlândia - Uberaba (100 km) pouco melhorou nos últimos anos, com as obras de duplicação das pistas interrompidas.
Como sempre, o conforto só acontece a partir da fronteira de São Paulo, onde tem início a fantástica rodovia Anhanguera, em estado perfeito de conservação.

É impressionante como tudo é diferente em território paulista: os campos são plantados ou reflorestados, existem centenas de indústrias, as cidades são bonitas e bem organizadas, com bons restaurantes e hotéis, bem diferente da precariedade do interior do estado de Minas Gerais e de Goiás... 


Foto: YouTube


Almoçamos no imenso Novo Shopping de Ribeirão Preto, uma verdadeira cidade. Depois de Limeira/SP, seguimos na direção de Cordeirópolis/SP, por estradas vicinais, para atingirmos Holambra/SP às 17 horas, a tempo de darmos uma olhada na Hortitec, cujas instalações são esplêndidas, sobretudo considerando-se que a cidade tem apenas 9.000 habitantes. Nem há hotéis na região para albergar tantos visitantes. Mas a exposição, ao contrário do que imaginamos, está quase totalmente voltada para os produtos e tecnologias de produção de flores. Imaginávamos que haveria uma grande mostra de flores e plantas em geral, principalmente de novidades em híbridos, mas não foi o caso...  
A cidade continua tão bonita e civilizadas, com suas lojas em estilo batavo, não havia alojamento. Tampouco em Cordeirópolis/SP e nem no grande Vereda Inn, de Limeira/SP.
 


Monsenhor Jamil Nassif Abib.

Seguimos pela estrada na direção de Rio Claro/SP, bem distante de Holambra/SP, em busca de meu amigo — o Monsenhor Jamil Nassif Abib. Ficamos hospedados num modesto hotel próximo da casa dele e só conseguimos localizá-lo mais tarde, na Quermesse que a paróquia dele — a de São João Batista — promove todos os anos.

Foi um reencontro emocionante, em meio à festa. Nossa amizade caminha para as duas décadas de existência, desenvolvida em torno de nosso interesse comum pelos cartões-postais antigos.
Na 6ª. feira tomamos café da manhã com ele, na casa paroquial, oportunidade para uma animada conversa.
[Ele sofreu um assalto, seguido de sequestro, há pouco tempo atrás e teve muita sorte de sair ileso do episódio.]

O regresso começou com uma visita às lojas de cerâmica de Porto Ferreira/SP. O comércio, que era ainda pequeno quando de minha viagem anterior há uns 5 ou 6 anos atrás, transformou-se numa avenida cheia de estabelecimentos vendendo não só a cerâmica famosa do local, assim como móveis e toda sorte de objetos de decoração, ao longo da rodovia.
Para não voltar inteiramente sem plantas, entramos em um viveiro de pouco antes da cidade de Leme/SP e compramos o que havia de mais interessante — ravenalas, ixoras, rododendros, etc, e visitamos a cidade, onde almoçamos.
Estivemos também em Araras/SP, para conhecer o Teatro da Ópera, projetado por Oscar Niemeyer, assim também o edifício, de estilo original, da rodoviária.
 


Foto mais recente do que em 2003, quando lá estivemos...


Fomos pernoitar no centro de Uberaba/SP, já de noite, no Grande Hotel, aproveitando para dar uma passada pelas 4 igrejas locais dignas de visita — a Catedral, a Abadia, o mosteiro de São Domingos e uma igreja antiga, de estilo barroco. Uberaba é uma cidade bonita, muito interessante, com palacetes antigos, algumas ladeiras, além de seus altos edifícios.

O percurso de Uberaba/MG a Cristalina/GO é muito longo e monótono, perigoso se desconfortável. Almoçamos num excelente (e novo restaurante de estilo “caipira” e a novidade correu por conta do Templo da Ciência, uma construção bizarras e inusitada, de inspiração do físico e engenheiro Paulo Gontijo. No local há espaço para uma biblioteca de 50.000 livros, mas as estantes estão quase vazias, apelando para doações. O fundador do Templo faleceu há 1 ano e foi enterrado num pomposo mausoléu no próprio local, para sua perpetuação e glorificação.
Chegamos muito cansados em Brasília, no fim da tarde, e seguimos viagem de tarde, para a nossa Chácara Irecê, por causa das plantas adquiridas durante a viagem...
Apesar de não termos encontrado as plantas que almejávamos nos lugares visitados, e sem ter visitado a CEASA de Campinas/SP, a viagem foi muito agradável e amena, com bom tempo e muito companheirismo. Valeu a pena!


 

 

 
 
 
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